Salvando Vidas DF
O que é o Salvando Vidas Animais?
Somos pessoas preocupadas como abandono de animais e formamos o grupo que chamamos de SALVANDO VIDAS ANIMAIS. Oficialmente em atuação desde 2003. O trabalho é focado no controle populacional de cães e gatos, além de orientação nos cuidados com cavalos, em quadras e áreas de invasões. Nessas áreas tentamos promover o controle populacional fazendo um trabalho de prevenção de doenças parasitárias, dando vermífugos, fazendo controle de pulgas e carrapatos e orientando os donos para a importância da higiene - que é precária nesses locais. Além disso, também recolhemos animais abandonados, doentes, para tratamento e posterior adoção - para lares previamente selecionados e aprovados. Para isso fazemos contatos telefônicos, utilizamos e-mails, amigos e a Internet. Faz parte importante do nosso projeto a conscientização sobre posse responsável e cuidados básicos com os animais - pois essas pessoas não tem a menor condição financeira para levar seus animais a veterinários. Trabalhamos com recursos próprios e recursos vindo de voluntários doadores que são amigos e parceiros da PROANIMA. Recebemos doações de rações e medicamentos. Também contamos com alguns veterinários solidários que nos ajudam nas castrações e frequentes emergências.
Vários de nossos animais já estão prontos pra ir pra casa, quem sabe não é a sua...
Contamos com você...
Sempre gratos,
Equipe Salvando Vidas Animais.
SAIBA QUE SUA AJUDA É SEMPRE BEM VINDA.
liliancomcristo@yahoo.com.br
Vários de nossos animais já estão prontos pra ir pra casa, quem sabe não é a sua...
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Olha este olhar... Irresistível
Adote a fofinha Alice
Adote a Linda Estopinha
Adot o gostoso do Lupy
Adote a Doce Mel
Adote a pequena Tina
"Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo de um animal. E, nesse dia, todo o crime contra um animal será um crime contra a humanidade."
Leonardo Da Vinci
HOMEM TORTURA E MATA SEU CACHORRO
Cão foi amarrado e espancado por pontapés pelo dono porque revirou a lata do lixo duas vezes. Marcas de sangue ficaram no muro e, enquanto não forem limpas, denunciam uma atrocidade cometida contra animais no final da manhã de ontem, em uma residência do Bairro Rio Vermelho, localizada no Nordeste de Florianópolis. Um filhote de cachorro, da raça rotweiller, de cinco meses de idade, foi morto, com requintes de crueldade, pelo seu dono, Felipe Hugen de Macedo, de 21 anos de idade. Na segunda-feira, o animal teria revirado a lata de lixo da residência, característica típica de filhotes, e tornou a repetir a fanfarrice ontem. Irritado, Macedo começou a espancar o cachorro a pontapés. Insatisfeito, amarrou-o pelas patas a dois mourões encostados no muro da casa e continuou a tortura no animal. Para abafar a agonia, o homem envolveu a boca do filhote em uma corda e tornou a surrá-lo. O filhote, mais tarde, acabaria morrendo. Vizinhos perceberam a judiaria e chamaram a polícia. Neste meio tempo, Felipe Hugen de Macedo desamarrou o cachorro dos mourões, enforcou-o e trancou-se em casa, pois populares já se manifestavam revoltados pela ação que cometera contra o cachorro. O filhote, já morto a esta altura, ficou estirado no chão, próximo a uma calçada, com as costelas visivelmente quebradas e sangrando pela boca. O soldado da Polícia Militar João Eduardo Cavallazzi, que atendeu à ocorrência, reportou dificuldades em conter os ânimos dos moradores do local, que pediam o linchamento de Macedo por causa dos atos cometidos. Depois de muita negociação, o homem se entregou e foi levado à Central de Plantão de Polícia, no Centro da Capital. Audiência judicial já está marcada Autuado em flagrante pela Polícia Civil, Felipe Hugen de Macedo assinou um termo circunstanciado (documento utilizado quando o crime é considerado de menor poder ofensivo) sobre a agressão seguida de morte contra animal doméstico, crime previsto no artigo 32,da Lei 9.605/98". O agressor também assinou termo de compromisso de comparecimento em juízo, a se realizar no dia 20 de junho de 2005, às 15h30min, no fórum do Norte da Ilha. Depois de prestar depoimento na Central de Plantão Policial, Macedo pagou multa e foi liberado. Ele vai reponder ao termo em liberdade. (Fonte: Diário Catarinense) Pedimos que este ato de crueldade seja punido com o máximo rigor previsto em lei pois entendemos que, ATOS DE EXTREMA CRUELDADE QUE PERMANECEM IMPUNES SÃO FONTES GERADORAS DE MAIS ATROCIDADES. A exemplo do caso Preta de Pelotas, nós também queremos fazer justiça em Florianópolis.
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Fique atento ao que diz a Legislação
O Brasil e os países-membros da ONU são signatários da declaração abaixo, proclamada em uma assembléia da UNESCO em Bruxelas, Bélgica, em 27/01/1978.
Declaração Universal dos Direitos dos Animais.
Art.1º - Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito à existência.
Art.2º - Cada animal tem direito ao respeito. O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar outros animais ou explorá-los, violando este direito. Ele tem o dever de colocar sua consciência a serviço de outros animais. Cada animal tem o direito à consideração e à proteção do homem.
Art.3º - Nenhum animal será submetido a maus-tratos e atos cruéis. Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.
Art.4º - Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver em seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático, e tem o direito de reproduzir-se. A privação da liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a esse direito.
Art.5º - Cada animal pertencente a uma espécie que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias de sua espécie. Toda modificação imposta pelo homem para fins mercantis é contrária a esse direito.
Art.6º - Cada animal que o homem escolher para companheiro, tem direito a um período de vida conforme sua longevidade natural. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Art.7º - Cada animal que trabalha tem direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.
Art.8º - A experimentação animal que implique sofrimento físico é incompatível com os direitos dos animais, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra. As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Art.9º - No caso de o animal ser criado para servir de alimentação, deve sernutrido, alojado, transportado e morto, sem que para ele resulte em ansiedade e dor.
Art.10º - Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem. A exibição dos animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Art.11º - O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.
Art.12º - Cada ato que leva à morte um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, delito contra a espécie.
Art.13º - O animal morto deve ser tratado com respeito. As cenas de violência em que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham como foco mostrar um atentado aos direitos dos animais.
Art.14º - As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ter uma representação junto ao governo. Os direitos dos animais devem ser defendidos por leis, como os direitos humanos. (Resolução aprovada pela ONU)Fonte: Renctas (Rede Nacional Contra o Tráfico de Animais Silvestres).
http://www.renctas.org.br/
Declaração Universal dos Direitos dos Animais.
Art.1º - Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito à existência.
Art.2º - Cada animal tem direito ao respeito. O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar outros animais ou explorá-los, violando este direito. Ele tem o dever de colocar sua consciência a serviço de outros animais. Cada animal tem o direito à consideração e à proteção do homem.
Art.3º - Nenhum animal será submetido a maus-tratos e atos cruéis. Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.
Art.4º - Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver em seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático, e tem o direito de reproduzir-se. A privação da liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a esse direito.
Art.5º - Cada animal pertencente a uma espécie que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias de sua espécie. Toda modificação imposta pelo homem para fins mercantis é contrária a esse direito.
Art.6º - Cada animal que o homem escolher para companheiro, tem direito a um período de vida conforme sua longevidade natural. O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Art.7º - Cada animal que trabalha tem direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.
Art.8º - A experimentação animal que implique sofrimento físico é incompatível com os direitos dos animais, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra. As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Art.9º - No caso de o animal ser criado para servir de alimentação, deve sernutrido, alojado, transportado e morto, sem que para ele resulte em ansiedade e dor.
Art.10º - Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem. A exibição dos animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Art.11º - O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.
Art.12º - Cada ato que leva à morte um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, delito contra a espécie.
Art.13º - O animal morto deve ser tratado com respeito. As cenas de violência em que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham como foco mostrar um atentado aos direitos dos animais.
Art.14º - As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ter uma representação junto ao governo. Os direitos dos animais devem ser defendidos por leis, como os direitos humanos. (Resolução aprovada pela ONU)Fonte: Renctas (Rede Nacional Contra o Tráfico de Animais Silvestres).
http://www.renctas.org.br/
O que é uma posse responsável?
Ter um animal de estimação é uma responsabilidade que pode durar anos. Antes de receber um cão ou gato em sua casa, reflita sobre os deveres de um dono responsável.
Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos:
1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursosnecessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou emferiados prolongados.
2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida –tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido porquem possa contê-lo.
5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas eleve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove-o e exercite-o regularmente.
6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8. Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle deZoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. Acastração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
Fonte: Arca Brasil
Os Dez Mandamentos da Posse Responsável de Cães e Gatos:
1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursosnecessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou emferiados prolongados.
2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida –tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido porquem possa contê-lo.
5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas eleve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove-o e exercite-o regularmente.
6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8. Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle deZoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. Acastração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
Fonte: Arca Brasil
Castração - Mitos & Verdades
A castração ainda é um assunto bastante polêmico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, "cirurgia cruel", "mutilação do animal", etc.. É preciso desvendar o que há de falso e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada.
"A castração deixa o animal gordo" - FALSO
A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso será mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência a se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.
"A castração deixa o animal bobo" - FALSO
O animal ficará letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele se cansará facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é conseqüência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradativamente, diminuindo a atividade. Muitos associam erroneamente esse fato à castração.
"A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!" - FALSO
A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós-operatório bastante tranqüilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já está ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma conseqüência maléfica para o animal que continua a ter vida normal.
"A castração evita câncer na fêmea" - VERDADEIRO
As fêmeas castradas antes de 1 ano de idade, têm chance bastante reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. A retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os 6 anos de idade, cujo tratamento é cirúrgico, com a remoção do órgão.
"O macho castrado não tem interesse pela fêmea" - FALSO
Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor comparado a um animal não castrado. Se o macho é castrado e há uma fêmea no cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecundação.
"Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa" - VERDADEIRO
Uma característica dos machos é demarcar o território com a urina. Se o macho, cão ou gato, for castrado antes de uma ano de idade, ele não demarcará território na fase adulta. A castração é indicada também para animais adultos que demarcam território urinando pela casa.
"Deve-se castrar a fêmea após ela ter dado cria" - FALSO
Ao contrário do que alguns pensam, a cadela não fica "frustrada" ou "triste" por não ter tido filhotes. Essa é uma característica humana que não se aplica aos animais. Se considerarmos a prevenção de câncer em glândulas mamárias, ela será 100% eficaz, segundo estudos, se feita antes do primeiro cio. O ideal é castrar o quanto antes.
"A castração deixa o animal gordo" - FALSO
A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso será mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência a se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.
"A castração deixa o animal bobo" - FALSO
O animal ficará letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele se cansará facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é conseqüência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradativamente, diminuindo a atividade. Muitos associam erroneamente esse fato à castração.
"A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!" - FALSO
A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós-operatório bastante tranqüilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já está ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma conseqüência maléfica para o animal que continua a ter vida normal.
"A castração evita câncer na fêmea" - VERDADEIRO
As fêmeas castradas antes de 1 ano de idade, têm chance bastante reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. A retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os 6 anos de idade, cujo tratamento é cirúrgico, com a remoção do órgão.
"O macho castrado não tem interesse pela fêmea" - FALSO
Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor comparado a um animal não castrado. Se o macho é castrado e há uma fêmea no cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecundação.
"Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa" - VERDADEIRO
Uma característica dos machos é demarcar o território com a urina. Se o macho, cão ou gato, for castrado antes de uma ano de idade, ele não demarcará território na fase adulta. A castração é indicada também para animais adultos que demarcam território urinando pela casa.
"Deve-se castrar a fêmea após ela ter dado cria" - FALSO
Ao contrário do que alguns pensam, a cadela não fica "frustrada" ou "triste" por não ter tido filhotes. Essa é uma característica humana que não se aplica aos animais. Se considerarmos a prevenção de câncer em glândulas mamárias, ela será 100% eficaz, segundo estudos, se feita antes do primeiro cio. O ideal é castrar o quanto antes.